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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Para se defender!

Um amigo contou que apanhou do colega no colégio e voltou chorando para casa, chamando o pai. O pai do menino diz para ele voltar e bater em quem bateu nele.
Estímulo à violência? Não. Ele estava ensinando defesa.
A gente acha que não vale a pena brigar, mas tem gente que fica pedindo limite. E eu sei lá o que passa na cabeça de alguém quando te ataca de graça e ainda acha que tem razão. Uma atitude violenta é uma bola de neve, mas eu nunca sei exatamente quando a coisa começa. Talvez no início de dia ruim que um cara teve, a mulher enchendo o saco, o fulano vai para o trânsito e, sem querer, você fecha o cara. Pimba! Seu dia começa ruim, também. Você desconta no guardador de carro, que desconta no próximo cliente, que desconta no caixa do banco, que desconta por fim, em você, te deixando uma hora plantado numa fila. Tudo culpa da mulher do cara do trânsito, e você não tinha nada a ver com isso. Até agora.
Vai deixar assim? Talvez. Nem sempre se defender tem a ver com violência física propriamente dita. Eu descobri uma técnica infalível, meio Jedi. Dou um sorriso, agradeço, saio de fininho. Achava que isso era ser submissa, hoje eu já consigo pensar que é uma maneira de não comprar a briga. Eu sei que tenho uma língua afiadíssima e posso usar isso para o bem ou para o mal. Como aprendi que uma frase pode ser pior que um tapa, tenho preferido não usar.
Isso também é defesa e saber se defender. Sorrir, ouvir o outro (ou fazer de conta que ouve), dizer "ok, ok". Não pode ficar se remoendo depois, só dizer "tchau" e ir embora. Ou você ganha um inimigo mortal (porque corre o risco da pessoa achar que você está tirando onda da cara dela), ou ganha um admirador eterno

by: Débora Lannes Drumond (;

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