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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Ex que viram ícones.


De quantos ex-namorados você é viúva? Se antigamente eles ficavam guardados em fotos bem no fundo do baú, sem sequer serem remexidos, hoje eles são um pouco mais do que isso (ou menos): se transformaram em nominhos diluídos na sua lista de amigos do MSN ou carinhas que vez ou outra aparecem na sua página do Orkut ou do Facebook.

Ficou mais fácil relembrar deles toda hora? Que nada. Assim que o namoro acaba, é tentador tê-los ali tão aparentemente ao seu alcance. Mas o tempo vai passando e a gente sublima eles ali. Acabam virando só mais um entre tantos contatos. É como se antigamente a gente os enterrasse e hoje os empalhamos ou os transformamos em bonecos de cera. Viram apenas uma representação. Um símbolo. Apesar de existirem, não existem.

Tem gente que acha tudo isso muito mórbido e prefere deletá-los de qualquer tipo de plataforma interativa. Até porque, na maioria das vezes, eles estão ali só por “segurança” ou, sei lá, por consideração, já que são muito poucos os ex-casais que mantém contato.

Há os que acham mais fácil esquecer o ex deletando-o. Outros acham que deixá-lo ali de ladinho faz esquecer mais rápido. A teoria é: ao deletá-lo, você continua lembrando dele na forma real, sorrindo, beijando, dançando e... ai que saudade! A tendência é romantizar o que já virou passado. Isso é um perigo. Já quando você transforma um ex em apenas um objeto virtual, ele continua presente, mas em outro formato, nada atraente. Sem virar passado, evita-se que ele seja idealizado.

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